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Tssis'Tor Gak

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Tssis'Tor Gak

Mensagem por Dungeon Master em Sab 22 Ago 2015 - 14:17

Nome: T´ssis Tor Gak
Nome real: Silathis
Nome do Jogador: Tihak

Raça: Reptilianos
Sub-raça: Iluminado

Classe: Feiticeiro
Nível: 3

Tendência: Neutro Bom
Background: Nobre
(Vantagem: Posição de privilégio)
Linguas: Comum, Draconico, élfico

Experiência: 900

Atributos.
(-1) Força: 8
(+1)Destreza: 13
(+1)Constituição: 12
(+3)Inteligência: 16 (+2 racial)
(0)Sabedoria: 10
(+3)Carisma: 16 (+1 racial)

Bônus de Proficiência: +2

Proficiência em Testes de Resistência: Carisma, Constituição

Pontos de Vida: 18 (+3 Draconic Ancestry)

Classe de Armadura: 14 (+3 draconic acenstry) (+1 des)

Iniciativa: 1 (des)

Deslocamento: 9 metros

Ataque corpo-a-corpo: +1 (+2 prof) (-1 for)
Ataque a distância: +3 (+2 prof) (1 des)

Perícias.
Perícias de classe: Arcana, Blefar
Perícias de Background: Persuasão, História
Atletismo -1(for)
Acrobacias +1(des)
Prestidigitação +1 (des)
Furtividade +1(des)
--Arcanismo +5 (+3(int)+2(prof))
--História +5 (+3(int)+2(prof))
Investigação +3(int)
Natureza +3(int)
Religião +3(int)
Trato com animais 0(sab)
Intuição 0(sab)
Medicina 0(sab)
Percepção 0(sab)
Sobrevivência 0(sab)
--Blefar +5 (3(car)+2(prof))
Intimidação 3(car)
Atuação 3(car)
--Persuasão 5 (3(car)+2(prof))

Características Raciais:
-Reptiliano Iluminado
-Mente Desperta
-Sensibilidade Arcana


Qualidades de Classe:
-Spellcasting
-Sorcerous Origin
-Font of magic
-Subtle Spell (lvl 3 metamagic)
-Quickened Spell (lvl 3 metamagic)


Talentos.
----

Feitiços.
Sorcery points: 3
0
Mage Hand
Light
Prestidigitation
Fire bolt

1 (4 per day)
Sleep
Magic Missile

2 (2 per day)
Alter Self
Suggestion


Equipamentos.

Dinheiro:
125 GPs (comecei com 140 que eram 25 background + 25 (besta de classe que “vendi”) + 90 rolagem de dados)
2 PP (0 originais)


Máscara de dragão (Simbolo de nobreza do clã Tolkashar) (equipado na cabeça)
Capa vermelha de viagem (equipado nas costas)
Roupas nobres de inverno leve para iluminados (equipado no corpo)
Adaga(presa do lado de fora da bolsa de viagem)
Adaga(presa na bandoleira que segura a capa, nas cotas do lagarto, escondida sob a capa)
Staff ( arcane focus) (carregado nas mãos)
Bolsa de viagem (2 gp)
Bolsa de dinheiro (125 GPs)
Cantil (2 PP)
Deck de cartas
Cobertor (5 PP)
Tinta (10 POs)
Rações de viagem (2 dias) (1 PO)
Tubo para pergaminhos (1 PO)
Pergaminho (1 PP)
Documento de pedigree (clã Tolkashar)


Aparência.

Idade: 30
Altura: 1,80
Peso: 85 Kgs
Cor de pele: Cinza claro
Cor dos olhos: Reptilianos, emitem um constante brilho azul
Cor dos cabelos: ----

Personalidade

Traços: “Meu favor, após perdido, estará perdido para sempre”.

Ideais: Poder. “A diferença entre autoridade e poder? Você da uma ordem e seus servos obedecem, eu digo uma palavra e você morre”.

Vínculos: “Devo pagar pelos meus crimes e moldar o clã Tolkashar a minha visão”.

Defeitos: “Meu desejo pelos prazeres carnais são insaciáveis”.


História.

Dizem que o poder de um individuo está em sua linhagem. Para aqueles que viveram sob o governo tirânico dos feiticeiros do antigo império, esta metáfora não poderia ser mais literal. Dominados pelo poder que existia em seu sangue eles travavam terríveis batalhas uns contra os outros, e dessa época terrível apenas algumas poucas linhagens escassas escaparam.

É com sangue antigo em carne nova que começos esta história.

No coração do império, na incubadora do clã Lasságra, rachou o ovo de um filhote chamado Silathis. Como nobre e vassalo do império, Silathis teve uma vida de luxo, criado em meio a festas de nobres e recebendo educação desde cedo. Apesar da vida luxuosa de nobre, a infância desse filhote não foi sem acontecimentos, foi uma época de confrontos e terror. . . . ...para as babás e servos de seu clã.

O jovem era irremediável e determinado. Quando queria algo, insistia, fazia birra, convencia algum dos outros filhotes a fazer ações que o aproximassem se seus objetivos. As coisas começaram a ficar mais complicadas quando, ainda em sua juventude, o filhote começou a apresentar traços de magia. O jovem não podia esconder sua energia mágica dos demais iluminados e oferecia um risco a todos a seu redor por não saber controlar seus poderes.

Os senhores do clã perceberam o valor de um feiticeiro como vassalo e decidiram achar um professor para o filhote, alguém que pudesse ensiná-lo a usar magia mas que não estivesse ligado as intricadas políticas do império. Dessa forma, escolheram um elfo feiticeiro viajante que havia tomado conhecimento do filhote e exibido interesse em ser seu mestre.

Pelo resto de sua infância e adolescência Silathis estudou com Frayas, o elfo. Frayas, quando não estava ensinando Silathis a controlar seus poderes, contava histórias do passado, sobretudo sobre o antigo império e os antigos feiticeiros que o dominaram. O elfo contava como os feitos destes feiticeiros eram grandiosos, porém terríveis, e clamava que o mundo era um lugar melhor pelo império ter acabado.

Após conviver com o filhote por alguns anos, Frayas determinou o que os líderes do clã temiam: Silathis tinha poderes pois possuía sangue draconico. Esta descoberta causou discórdia entre os líderes do clã: ter um feiticeiro draconico como vassalo certamente tinha seu valor, mas as lendas e histórias diziam que eles eram incontroláveis e com tendências a megalomania e insanidade. Contra a vontade os dois foram separados. Silathis foi colocado em uma ordem de paladinos do reino, onde se tornou um arcanista de campanha. Sua missão era seguir com guerreiros e cavaleiros através do império, auxiliando onde sua mágica fosse necessária.

As viagens eram duras, brutais e cansativas para alguém de criação nobre, mas o chamado da aventura fazia com que Silathis superasse os desafios. Como arcanista, Silathis era sempre enviado com um grupo de guerreiros em situações que magia estivesse envolvida ou fosse necessária: caçar criaturas mágicas, estudar aflições arcanas e maldições ou encontrar magos e feiticeiros criminosos.

Foi nessas viagens que o feiticeiro começou a ver como o mundo pode ser um lugar cruel. Praga, fome, morte e destruição agora estavam ao seu alcance. Convivendo com a plebe como jamais havia antes, Silathis começou a aprender como é viver com as patas sujas e a barriga vazia.

Os anos se passaram e Silathis se tornou um adulto. De volta ao clã Lasságra, o lagarto foi recebido com festanças em comemoração aos ritos de passagem pelo quais ele e outros iriam passar. Agora como adulto, Silathis finalmente tinha todos os poderes de um nobre: podia criar impostos, dar ordens a servos, até mesmo escolher qualquer fêmea plebeia para tomar para si. Estes eram poderes que, quando filhote, Silathis sonhava em ter e abusar. Esse sonho havia desaparecido enquanto o lagarto convivia em meio à plebe. A própria ideia de usar esses novos poderes deixava Silathis enojado.

As comemorações duraram pouco: Silathis foi chamado pela sua ordem para participar de uma expedição requisitada pelo senhorio do clã Lasságra. Enviado com outros magos e cavaleiros da ordem, o feiticeiro foi para um complexo de cavernas onde havia um assentamento do império. Lá, eles deveriam investigar uma série de ataques de criaturas que vinham do interior das cavernas. Durante a expedição Silathis e os demais membros da ordem ficaram hospedados em um forte construído para a guarda local. A situação era ruim: ataques eram constantes, e mesmo a presença dos cavaleiros da ordem só servia para afugentar os inimigos temporariamente. Foi então que uma terrível onde de ataques se sucedeu.

Outra semana se passou, uma semana de cercos e combate. Ainda inexperiente em guerras, Silathis ficou para trás tentando ajudar os feridos. O sangue do feiticeiro fervia e ele queria lutar, mas sua inexperiência e temor falaram mais alto. Sem conseguirem manter o cerco até reforços chegarem, os magos da ordem decidiram utilizar um artefato que tinham e, usando de todos seus poderes, conjuraram um portal que permitiu que os membros da ordem escapassem para a capital do clã Lasságra.

Silathis nunca se esqueceu dos sons de combate e dos gritos de terror que subitamente se silenciaram assim que o portal fechou. Eles estavam novamente nos halls de seu clã.

Todos foram levados à presença dos líderes do clã, que após muita discussão, decidiram que “as cavernas não valiam o esforço e o custo de uma guerra, pois sua produção era fraca já a mais de uma década”. Os cavaleiros da ordem, embora contrariados, se curvaram a vontade de seus soberanos e a vida voltou ao normal na capital do clã, como se nada tivesse passado de um sonho ruim.

Silathis estava estarrecido. Dirigindo suas palavras aos líderes do clã, exigiu que algo fosse feito, mas a única coisa que conseguiu foi ser reprendido severamente. A raiva de Silathis finalmente explodiu e ele deixou de medir as palavras, deixando bem claro o quanto desprezava cada um dos nobres ali presentes. Ao ser ameaçado de expulsão do clã, o feiticeiro deixou claro que não seria necessário: ele estava saindo por conta própria. Ele partiu aquela noite mesmo com a primeira caravana que saía da cidade.

Silathis se encontrou com contatos que havia feito durante suas viagens em nome da ordem, servos de um clã controverso chamado Tolkashar. Os membros deste clã viviam em uma das maiores cidades do antigo império e eram conhecidos por terem mantidos as tradições e costumes dos antigos feiticeiros. Envoltos em mistério, Tolkashares raramente apareciam nas terras de outros clãs. Apesar de seu clã não aparentar possuir grande poderio militar, era um dos que mais recebiam concessões do império. O jeito mais fácil de reconhecer os membros deste clã eram as máscaras ritualísticas que eles usavam.

O primeiro passo para se juntar ao clã era renascer, assumir outra identidade, sua “verdadeira identidade”, um costume ancião que datava da época do antigo império. Primeiramente ele recebeu seu “nome verdadeiro”: T´ssis Tor Gak, que em draconico significa “Língua de Cobra”. Um sacrifício de carne era necessário para selar a transformação e o feiticeiro escolheu ter a ponta de sua língua bifurcada, em honra a seu novo nome. Por último, T´ssis Tor Gak recebeu sua nova face: uma máscara de dragão com um olhar intimidador.

Em nome do clã Tolkashar, T´ssis Tor Gak passou a viajar pelo império usando de sua lábia e poderes para espalhar a influência do clã entre os aldeões. Por suas viagens anteriores em nome da ordem, T´ssis Tor Gak sabia das fraquezas do império e os lugares onde os impostos eram mais abusivos. Guiado pelos senhores de seu novo clã, T´ssis Tor Gak incitava os aldeões, causava revoltas e pregava a volta do antigo império. Em sua visão, os Tolkashares mereciam reinar o império, pois ao contrário dos nobres que ele odiava tanto, as palavras dos feiticeiros realmente possuíam poder.

Após provar sua utilidade para eles, o feiticeiro finalmente foi admitido no coração do clã, um culto chamado Sangue de Visk. O culto ficava no fundo de uma das cidades anciãs do antigo império, abandonada á séculos. Aquele era um local onde a magia estava presente em tudo e a própria terra era viva. Os feiticeiros planejavam nada menos que a retomada de seu império, pouco a pouco.

Aquela foi a época que os sonhos do feiticeiro mais se realizaram.... e a de que ele se arrepende mais. Com o culto, T´ssis Tor Gak juntou grandes fortunas das vilas que visitava. Aqueles que se opunham a seus planos eram assassinados ou sequestrados e usados em terríveis rituais de sangue, os quais tinham o objetivo de invocar demônios para ajudar nas agendas do culto ou fortalecer os poderes de seus lideres. T´ssis Tor Gak tinha noção de que muitas das coisas que o culto fazia eram terríveis, mas ele era sempre convencido de que, no geral, eles guiariam o império para uma direção melhor. O culto também havia garantido que ele tivesse tudo que desejasse ao seu alcance: fêmeas, tesouros, acesso a tomos arcanos de eras perdidas e servos particulares. Seus poderes não eram grandes, mas com seu carisma o lagarto logo se tornou um dos favoritos dos senhores do culto, chegando ao ponto de participar dos rituais proibidos, nos quais sacrificavam vítimas capturadas em suas missões para invocar demônios e outras criaturas extraplanares, as quais lançavam contra seus inimigos.

Em uma de suas missões T´ssis Tor Gak havia viajado com um pequeno grupo do culto para uma vila onde o império fazia fronteira com um reino élfico. Em certo momento uma mensagem chegou ao feiticeiro, pedindo para que fosse encontrar um velho amigo na floresta próxima. Para a surpresa do lagarto, a mensagem era de Frayas, o elfo que havia sido seu mestre anos atrás. Sem considerar duas vezes, o feiticeiro se pôs a caminho.

T´ssis Tor Gak encontrou Frayas em uma clareira, longe da cidade. O elfo revelou que havia acabado de salvar a vida de seu aprendiz, pois naquele exato momento a comitiva dos Tolkashares estava sendo emboscada. Ao tentar sair para socorrer seus irmãos de clã, T´ssis Tor Gak foi impedido por Frayas. O elfo, apenas com palavras, fez com que o feiticeiro não conseguisse sair daquele local, como se uma força invisível o compelisse a ficar ali. T´ssis Tor Gak sabia muito bem o que era aquela magia: era a mesma que ele havia usado para iludir e controlar seus adversários por anos. Percebendo que não poderia fugir, T´ssis Tor Gak tenta justificar suas ações e decisões para Frayas. O elfo ouve pacientemente e após considerar, proclama novamente palavras de poder: o lagarto deveria repetir tudo que disse, mas sem embelezar suas palavras ou colocar suas crenças no caminho da verdade. Deveria falar tudo aquilo expressando apenas os fatos e verdades sobre tudo que ele havia feito. Sem poder controlar suas palavras, T´ssis Tor Gak passou a contar a verdade nua e crua de cada ato, cada crime, e a medida que sua mente expunha os fatos de uma maneira que ele próprio jamais havia se permitido enxergar, ele percebia o quão corrupto e cruel havia sido nos últimos anos, o quanto, na sua luta contra os nobres opressores, havia se tornado nada mais do que um deles. Após forçar seu pupilo a confessar para si mesmo cada um de seus crimes, Frayas decide revelar como sabia tanto do império e dos antigos feiticeiros: ele assume sua forma verdadeira, revelando ser nada menos que um dragão de latão, seu verdadeiro nome sendo Fraensyr.

Enquanto T´ssis Tor Gak caia de joelhos com a visão magnífica do dragão a sua frente, Fraensyr proclamava que possuía esperanças de salvar seu pupilo do Sangue de Visk, e lhe dava duas opções: ele poderia voltar a ser Silathis e retornar ao clã Lasságra ou ser exilado como T´ssis Tor Gak até pagar por todos seus crimes. Dizendo que se reencontrariam no futuro, o dragão parte, deixando seu pupilo para trás com a escolha magnânima que deveria fazer.

Por dias o feiticeiro se resignou a uma caverna próxima que havia encontrado. A máscara de dragão estava escondida, pois ele temia ser encontrado e morto por elfos. Após considerar suas opções, ele finalmente chegou a conclusão que não poderia voltar ao clã Lasságra, não só pelo desprezo que sentia dos demais nobres mas pelo desprezo que sentia por si mesmo. Percebendo que o único caminho era o da redenção, ele viajou para o porto mais próximo onde tomou o primeiro navio para terras distantes, um novo continente onde poderia recomeçar do zero. Ao avistar seu destino no horizonte, T´ssis Tor Gak finalmente teve a coragem para vestir sua máscara novamente. Dessa vez não havia ordens ou cultos para guiar seu caminho, T´ssis Tor Gak estava determinado a guiar seu próprio destino.



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