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Ordens Religiosas

Mensagem por Dungeon Master em Dom 9 Ago 2015 - 10:40

A Igreja da Luz:
A Igreja da Luz.



“ - Um paladino jura bravura! Seu coração conhece apenas virtude. Sua lamina defende os indefesos. Sua força ergue os caídos. Suas palavras dizem apenas a virtude. Sua fúria desfaz o mal!.”
Juramento do Paladino.

“ - Criança. Ninguém se sente pronto, ninguém se sente digno. Por que ninguém é. Somos inerentemente indignos simplesmente por que somos defeituosos. Mas a Luz nos ama mesmo assim pois podemos nos erguer mesmo quando tudo parece perdido. Elas nos ama pelo que podemos fazer pelos outros. Ela nos ama por lutarmos diariamente mesmo sabendo que não podemos mudar o mundo da noite para o dia.”
- Irmã Gwendollyn – Sacerdotisa da Luz


Apelidos: Clérigos da Luz, "Homens Santos".
Tendência dos Clérigos: Leal e Bom e Neutro e Bom
Arma preferencial: Martelo de Guerra e Espada Longa.
Domínios dos Clérigos: Luz e Vida

A Doutrina Sagrada é uma das religiões dominantes no mundo e especialmente popular entre os humanos, é baseada nos Juramentos da Luz, uma série de ensinamentos escritos por vários profetas ao longo das eras.
O principal objetivo da Igreja da Luz é espalhar os Juramentos por todos os cantos do mundo e todos os povos.
É dividida em várias vertentes, os próprios juramentos são abertos a interpretação e por isto os adeptos muitas vezes discordarem entre si sobre muitos dos mandamentos a ponto da Igreja da Luz ser subdividida em diversas doutrinas e linhas de pensamento algumas vezes conflitantes.

Mandamentos da Luz.

Juramento dos Justos.


“Abençoados sejam aqueles que se erguem contra os corruptos e os maliciosos sem pestanejar.
Abençoados os pacifistas, campeões dos justos.”

Interpretação Conservadora: A linha mais literal da igreja acredita que maliciosos e corruptos são aqueles que se negam a seguir os juramentos e justos e serenos os que decidem trilhar o caminho da luz.

Interpretação Liberal: Por outro lado, existem os que acreditam que a paz e justiça não são exclusividades da Igreja da Luz, para estes, o ato de defender os justos e os que querem viver suas vidas em paz deve ser estendido a tudo e todos.

Juramento da Humildade.

“Os primogênitos observavam as crianças mortais através do Véu invejosos pois nada podiam tocar, nada podiam sentir. Da mais sombria das invejas, os demônios nasceram.”

Interpretação Conservadora: Os mais radicais dentro da Igreja aceitam este juramento como um atestado sobre a pureza humana, para eles, os “primogênitos” são as raças mais antigas que seduziram a humanidade para o pecado e deles que os demônios nasceram, isto explica, em parte o porque do sentimento pró humanista no Reino de Albion.

Interpretação Liberal: As sombras no coração mortal independente de raça escondem uma escuridão tão nefasta quanto qualquer demônio, este juramento é, na verdade, um exemplo do que acontece quando inveja, cobiça e egoismo não são balanceadas por caridade, altruísmo e abnegação.

Juramento da Lealdade.

“Os antigos deuses o chamarão.
De suas antigas prisões eles cantam.
Dragões com olhos malignos e corações podres descerão com suas asas negras.
Abençoados sejam aqueles que negam os falsos deuses.”

Interpretação Conservadora: Os antigos deuses são entendidos como quaisquer doutrinas diversas, em especial o culto aos Grandes Antigos e a Mãe Terra que são encarados como pagãos maliciosos que tentam aliciar o rebanho da Igreja da Luz, necessitando de uma resposta enérgica.

Interpretação Liberal: Aqueles que trilham o caminho dos falsos deuses devem ser convencidos do erro de seus atos e apenas destruídos se constituírem uma ameaça aos inocentes.

Juramento da Sabedoria.

“A magia existe para servir ao homem e não para governar-lhe.
Tolos e corruptos são os que brincam com o arcano, que tomaram o dom divino e o voltaram contra seus irmãos.
Eles são os amaldiçoados e não poderão encontrar paz neste mundo e no além.”

Interpretação Conservadora: Magos são pessoas perigosas que brincam com poderes além de sua compreensão para propósitos egoístas e feiticeiros são amaldiçoados pelo Abismo a nascerem com um poder capaz de destruir tudo.

Interpretação Liberal: A magia por si não é mais maligna que uma espada, aqueles que a controlam seja por escolha ou não precisam dos Juramentos para manter seus corações puros e suas mentes fortes, se isto acontecer, a magia pode ser uma ferramenta decisiva para o bem.

Juramento da Vitória.

“Com sua mão erguida, a lâmina sagrada perfura o sol.
Com um escudo de aço ele defende os fieis.
Que o caos seja desfeito!”


O Caminho dos Antigos Deuses:
O Caminho dos Antigos Deuses.



“ - O prazer para mim é o saber. O inexplorado, o inesperado, as coisas escondidas e imutáveis que espreitam atrás de uma mutabilidade superficial. É rastrear o remoto do imediato, o eterno do efêmero, o passado do presente, o infinito do finito, estas são as coisas que enchem o cosmos de prazer e beleza.”
Umbasa – Sacerdotiza de Kos (alguns dizem Kosm)


Apelidos: Lunáticos, Clérigos Loucos.
Tendência dos Clérigos: Qualquer uma exceto Leal.
Arma preferencial: Lança.
Domínios dos Clérigos: Conhecimento, Enganação.

Limitações. Todos nascemos com elas. Não importa o quanto tentemos, existem coisas que simples mortais jamais alcançarão, não podemos correr mais que um leopardo, jamais poderemos voar.
Mas. E se olharmos além das estrelas? No próprio cosmos, talvez então poderemos verdadeiramente enxergar, ver além dos olhos da mente. Perceber que existe um caminho para evoluir, para destruir as correntes impostas pela natureza do nosso frágil e limitado mundo…

Fundação.

Foi na queda do Primeiro Império, quando os sobreviventes da insurgência elfica e humana buscavam desesperados por um modo de fazer o império renascer das cinzas, que foi descoberto que o mundo é mais do que parece.
Para aqueles com o discernimento para ir além dos cinco sentidos, um mundo se abriu, um mundo estranho e mortal para mentes despreparadas, habitado por criaturas que desafiam toda a lógica imaginável, estes são os chamados “Grandes Antigos”.
O caminho para sequer conhecer sua existência é árduo, frequentemente levando mentes despreparadas a absoluta loucura.
É por este motivo que a princípio, os Antigos foram renegados a contos de fada na pior das hipóteses ou demônios a se aproveitar do desespero de um povo que perdeu tudo.
Mas isto não poderia estar longe da verdade, os Antigos não são demônios, nem anjos, e sim criaturas que obedecem uma lógica alienígena, habitando um plano de existência incompreensível.
Mesmo não estando fisicamente presentes, os Antigos ensinavam todos que estavam dispostos a procurá-los, sendo até mesmo venerados como verdadeiras divindades.
Mesmo tendo clérigos que eventualmente fundaram uma igreja e com incontáveis adeptos gritando orações, apenas alguns conseguiram chegar perto de aprender a verdade…

A Religião.

A doutrina dos Grandes Antigos é diversa, os próprios Antigos são muitos. Sem uma lógica que mentes mortais possam compreender, os dogmas são, na verdade, completamente escritos para mortais por mortais.
Os adeptos acreditam piamente que a aproximação com os Grandes Antigos em veneração é o caminho para transcender os cinco sentidos e até mesmo a morte.
Acredita-se que os Grandes Antigos foram como mortais, com consciências finitas e presas a carne, mas que encontraram um modo para elevar suas consciências a um plano superior podendo existir mesmo que seus corpos tenham definhado.
Os clérigos e adeptos dos Grandes Antigos são insaciáveis em sua busca pelo conhecimento. “Nada é proibido. Tudo é permitido” é uma frase frequentemente dita pois acredita-se que os Grandes Antigos são o caminho para elevação para o que outras religiões chamariam de “divindade”.
Não é de se surpreender que bruxos, eruditos e magos achem, na maioria dos casos, o Caminho dos Antigos aceitável, ou, pelo menos, concordem com algumas das premissas.

Os Credos.

“O conhecimento liberta, não aprisiona.”

Para quem segue os Antigos, não existe conhecimento proibido, eles não dividem o mundo em bem e mal e sendo assim seus seguidores também não. Magias tidas como proibidas ou malignas como as vindas de demônios ou do abismo não são rechaçadas, apesar de serem tratadas com maior cautela.
Nenhuma forma de saber é boa ou má, mas sua aplicação pode levar a consequências boas ou más.

“Evolução sem coragem levará a ruína”

Para que a transcendência verdadeira seja alcançada, o adepto não pode se acovardar diante dos perigos, ele deve obedecer os Grandes Antigos, não importando o que tenha que desbravar, que inimigos forme, o ato de suprimir o conhecimento, especialmente o que vem dos Antigos é um sacrilégio, exceto, é claro se a informação for perigosa para mentes despreparadas.

“Ensine os dignos, mostre piedade pelos ignorantes”

Apesar de o conhecimento libertar, ele também é perigoso. E ninguém sabe disso melhor do que aqueles que de fato mantém comunhão com os Antigos. Mentes fracas e despreparadas são delicadas, facilmente quebradas na presença dos Antigos.
Aqueles que se mostrem dignos merecem a libertação, mas os ignorantes e indignos devem se manter em seu abrigo seguro e não forçados a terem suas mentes aniquiladas.

O Preço do Poder.

O conhecimento pode libertar mas também pode ser devastador e mortal para mentes delicadas, conforme o clérigo ou paladino dos Antigos se aproxima mais da Verdade, mais começará a entrar em contato com a realidade dos Antigos que é paralela a realidade mortal de tal modo que a linha entre as duas começa a ficar gradualmente mais difícil de separar.
Não é por acaso que a maioria das outras pessoas consideraria os sacerdotes dos antigos como loucos pois a própria definição de loucura é o distanciamento da realidade…

Os Servos do Senhor da Tumba:
Os Servos do Senhor da Tumba.



“ A Morte é a justiça perfeita. Ricos e pobres, jovens e velhos, todos são iguais na morte. Você não gostaria de ver o Deus Chacal ter preferidos.”
- O Senhor da Tumba


Apelidos: Ceifeiros, Anjos da Morte, Clérigos Chacais, Sacerdotes Sombrios.
Tendência dos Clérigos: Leal e Neutro, Neutro.
Arma preferencial: Foice longa e curta.
Domínios dos Clérigos: Morte e Conhecimento.

Discutivelmente uma das ordens religiosas mais antigas da civilização, facilmente reconhecidos por seus trajes sombrios, ar taciturno e um olhar frio e cansado.
Os chamados Padres da Morte servem uma entidade misteriosa conhecida apenas como O Senhor da Tumba, um ser representado como um homem com cabeça de chacal que atua como o guardião do portão que separa o mundo dos vivos com o Além.
É dito que os Servos são pessoas especiais escolhidas pelo Senhor da Tumba para estender sua vontade ao mundo dos vivos…

O Senhor da Tumba.

O Senhor da Tumba é uma entidade enigmática que teve vários nomes através das Eras. Sabe-se que ele habita o Limbo, a fronteira entre o mundo dos vivos e o Além.
Desde a antiguidade é retratado como um humanoide gigantesco com uma cabeça de chacal carregando uma imensa foice que dizem ser capaz de sugar a vida de qualquer coisa.
Sabe-se que o Senhor da Tumba profere o julgamento final sobre a alma enviando-a para o Além e que seus servos e agentes no mundo dos vivos são muitos.
Seus Servos o descrevem como um mestre rigoroso mas justo, ele exige tudo de seus servos pois seus favores são também muitos.

Os Ceifeiros.

Os Servos são facilmente reconhecíveis por seus robes e armaduras negras, mascara ou capacete lembrando uma cabeça de chacal e sua enorme tendência em portar foices.
Em geral as pessoas não gostam da companhia dos clérigos da morte, para a maioria, a morte é uma inevitabilidade que não precisa ser lembrada constantemente pela presença de um Servo.
A sorte destas pessoas é que os clérigos da morte estão sempre em movimento, a imensa maioria é nômade, em uma cruzada eterna para colocar almas penadas para descansar e aniquilar os mortos sem alma.
São os mais fervorosos opositores do culto crescente de Orcus, o Príncipe infernal dos Mortos-Vivos e inimigo jurado do Senhor da Tumba.

Credos.

“Não deixes que nenhuma alma se evada do julgamento.”

O primeiro e mais essencial mandamento do Senhor da Tumba é que nenhuma alma pode fugir de seu julgamento final. Uma alma rebelde que se recuse a aceitar que sua hora chegou deve ser convencida ou se necessário, forçada a se prostrar perante o Senhor da Tumba e ouvir seu decreto.
Esta ordem também é estendida a todos que tentem prolongar suas vidas de maneira artificial, para os Servos isto é uma blasfêmia imperdoável, como tal são notórios caçadores de mortos-vivos e quaisquer criaturas que se distanciaram das garras da morte por meios artificiais.

“Aceitarás quando tua hora chegar.”

Os clérigos e paladinos da morte sabem que tudo nasce com um prazo de validade, um dos requisitos mais básicos para servir ao Senhor da Tumba é a aceitação de que ninguém, nem mesmo os próprios Servos podem enganar a morte, buscar modos de prolongar a vida além de seu curso natural ou fazer isto com outra criatura é considerado uma blasfêmia imperdoável.

“Todos são iguais na morte”

Como o Senhor da Tumba, os clérigos e paladinos da morte são notavelmente desapegados a diferenças de raça, sexo, classe social ou qualquer outra barreira artificial criada para dizer que alguém é melhor do que o outro. Para eles o ato de arrebatar a alma de uma criatura bondosa tem o mesmo peso que o de uma criatura maligna e como resultado são obrigados a guiar qualquer alma em necessidade para o julgamento, independente do que ela foi quando seu coração ainda pulsava.

As Bençãos.

Os Servos do Senhor da Tumba recebem a habilidade única de enxergar coisas que os outros geralmente não vem.
Fantasmas, almas penadas e seres espirituais são visíveis para o Servo de modo que ele possa se comunicar com eles mas não atacá-los sem magia ou equipamentos mágicos.
Além disto, o Senhor da Tumba confere a seus protegidos a habilidade de viajar para o limbo adotando uma forma híbrida entre espírito e carne para que possam escoltar as almas perdidas para o julgamento. (Ver regras sobre o Limbo)

O Caminho da Glória:
O Caminho da Glória.




" - Palavras não deveriam importar. Se perder nossos irmãos não é o suficiente, se isso não faz vocês quererem retribuição então o que estamos fazendo aqui? O inimigo é covarde, eles batem e correm. Nunca tiveram a oportunidade de enfrentar os melhores e esses somos nós! Eu não sei se os monstros sem mente podem sentir medo mas puta que pariu vamos dar a eles a oportunidade de faze-lo! Acerte-os com tudo que tiverem! De um jeito ou de outro isso acaba aqui!
General Alberich Baern de Hroldan para seus soldados.


Apelidos: Arautos da Tempestade, Senhores da Guerra, Clérigos da Tempestade.
Tendência dos Clérigos: Qualquer uma exceto maligno.
Arma preferencial: Martelo de Guerra ou Machado de Batalha.
Domínios dos Clérigos: Guerra e Tempestade.

Através das eras, desde que os seres pensantes descobriram pela primeira vez o poder destrutivo da pedra e do osso, sangue foi derramado por vários motivos.
Por deuses, por necessidade ou por mera sede de sangue. Para alguns a guerra é o inferno no mundo dos vivos mas para outros é um modo de viver, o único lugar onde se vive com toda a intensidade.
Para os guerreiros com fúria em seus corações e fogo em seus espíritos não há nada mais glorioso e digno do que viver pela espada e morrer pela espada.
Aqueles que conseguem canalizar o poder e o valor dos heróis de outrora, aqueles que personificam o poder de seu povo são os chamados Clérigos e Paladinos da Tempestade…

A Religião.

O treinamento de um clérigo ou paladino da tempestade é lotado de provas e desafios de bravura, resistência e perseverança.
Ninguém sabe ao certo onde os espíritos heroicos surgiram mas na atualidade não são poucos os povos que canalizam a força das lendas heroicas do passado para inspirar e guiar seus passos.
Anões, Orcs e algumas tribos barbaras humanas e reptilianas são conhecidas por segui-las. Em geral clérigos da guerra estão presentes em todos os grandes conflitos, não raras vezes em lados opostos do campo de batalha.
É apenas no calor da batalha que o Clérigo da Tempestade prova seu valor para seus ancestrais, adquirindo força para que através de seus feitos heroicos tornar-se um espírito heroico e inspirar aqueles que vierem depois dele.
Um clérigo da guerra tem a obrigação de inspirar durante a luta, ele deve rir mais alto, gritar mais alto e rugir mais alto.
Acredita-se que aqueles que morrem com fogo em seus corações e armas nas mãos vão para um lugar especial conhecido como Valhalla, o grande salão dos guerreiros mortos onde uma eternidade de glória os aguarda.

Credos.

“A guerra oprime todos os lados igualmente.”

Este credo simboliza a guerra como uma força natural, o clérigo/paladino da guerra não teme o conflito ou a morte vinda de uma batalha, em outras palavras o clérigo/paladino da guerra jamais poderá evitar a guerra por considerá-la sem sentido.

“Arme a todos quando a batalha for necessária, amigos e inimigos.”

Nenhuma luta deve ser travada de maneira unilateral, todos os lados devem ter paridades de armas do contrário apenas desonra recairá sobre os vitoriosos.

“Nunca prolongue batalhas além do necessário. Considere as consequências de seus atos”

A guerra é uma força natural mas prolongá-la desnecessariamente de modo a causar o mal a pessoas que não tem nada a ver com o conflito é o caminho dos oportunistas e dos covardes. O inimigo deve ser destruído ou neutralizado rapidamente e os efeitos colaterais de uma guerra minimizadas ao máximo possível.

“Respeite seus adversários, honre seus irmãos de armas”

Nunca menospreze seus inimigos. A honra pode vir de qualquer lugar independente de raça, idade ou sexo, qualquer um que tenha a coragem de lutar e morrer por seus ideais é merecedor de Valhalla. Do mesmo modo todos que lutem ao lado do clérigo da guerra merecem um tratamento equivalente ao de irmãos de sangue, um clérigo da guerra nunca trai um aliado ou o coloca em perigo desnecessário.

“Coragem não é nada sem sabedoria para balancea-la”

O dogma muitas vezes esquecido pelos mais jovens e impetuosos. A coragem é essencial para o guerreiro mas um guerreiro que não pensa é facilmente renegado a um bruto que pode ser facilmente manipulado e pervertido pelos desonrados. Um guerreiro digno de Valhala deve ser proficiente de corpo, espírito e técnica e uma mente fraca simboliza um espírito fraco.
Este dogma dita que batalhas perdidas devem ser evitadas, um clérigo da guerra não entraria em uma guerra por um exército praticamente destruído sabendo que o resultado já está decidido, mas uma vez que entre em uma batalha entre grupos equivalentes, deverá acatar com o resultado de sua escolha.

O Preço do Poder.

Um clérigo ou paladino da guerra deve estar preparado para se negar a qualquer possibilidade de fincar raízes em um lugar. Uma vida mansa e pacata não está em seu destino.
Ao fazer seus votos, o sacerdote da guerra se compromete a viver pela espada, ser dirigido pela espada e a morrer pela espada pois Valhalla só se abre para aqueles que morreram na glória da batalha...

A Roda da Vida:
A Roda da Vida.



“ - A roda da vida deve girar. Todos serão redimidos e purificados pela agonia do nascimento, morte e renascimento. Esse é o motor da vida, o ritmo purificador do universo onde todas as almas estão irrevogavelmente conectadas.”
Caelynn – Druida do Ciclo da Lua.

Apelidos: Selvagens, Sacerdotes Primais.
Tendência dos Clérigos: Todas. Um clérigo da natureza pode representar tanto o amor da mãe terra quanto sua fúria impiedosa.
Arma preferencial: Bordão e Armas Naturais.
Domínios dos Clérigos: Natureza, Água.

A Roda da Vida, o Sangue do Planeta, O Antigo Caminho. O ato de venerar as próprias forças da natureza é tão antigo quanto a própria existência de vida inteligente.
É dito que é o fluxo de energia que atravessa o planeta representa o ciclo de vida, morte e renascimento pelo qual cada ser vivo está preso.
Se esta for a realidade, a morte não passa do fim de um ciclo destinado a se repetir indefinidamente. As criaturas nascem, crescem, morrem, retornam ao planeta apenas para renascer.
Para alguns, a corrente da vida é apenas um fluxo de energia arcana reminiscente de uma era de caos antes da vida se formar, mas para outros, a corrente da vida tem um significado mais profundo.
É dito que os xamãs de outrora eram capazes de ouvir o planeta entrando em comunhão com o sangue do planeta.
A corrente da vida contem a essência da vida, aquilo que outras religiões escolheram chamar de “Alma”.
É a força imortal que guarda todas as memórias, emoções e conhecimentos de todos que passaram pelo mundo.
Acredita-se que porções da corrente da vida são usadas pelo próprio planeta para criar novas formas de vida de tempos em tempos e que a energia de todos os seres vivos retorna ao planeta após sua morte, trazendo todas as suas experiências e memórias obtidas durante o percurso de sua existência.
Para os seguidores da Roda da Vida, a corrente da vida age como uma pós vida para os espíritos das formas de vida dotadas de consciência.
Certas almas especiais mantém sua identidade após retornar ao planeta, ganhando controle da corrente da vida conseguindo assim interagir com o plano físico de várias maneiras, as vezes até mesmo conseguindo comunicação com os vivos.
Acredita-se que é impossível destruir completamente uma alma, em seu retorno ao planeta as lembranças que formavam a identidade do ser vivo são dispersadas na corrente da vida e uma vez “limpa”, a alma pode habitar um novo corpo e assim, a roda da vida gira.

A Religião.

A Roda da Vida teve incontáveis nomes através das eras, desde que as primeiras formas de vida descobriram o poder destrutivo das pedras e ossos, o planeta e seus fenômenos naturais eram venerados e respeitados.
Mesmo com uma infinidade de religiões diferentes prometendo a vida eterna em um paraíso distante ou a transcendência para uma forma superior.
A crença de que os seres vivos já passaram por incontáveis vidas passadas traz ao mesmo tempo conforto e temor.
A imensa maioria dos adeptos da Roda da Vida são membros de culturas com raízes xamanísticas, no entanto adoradores provenientes de lugares “civilizados” não são incomuns.

Credos.

“Proteja os lugares selvagens da destruição. Oponha-se a expansão desenfreada das cidades e impérios”

A proteção aos lugares selvagens é um dos maiores mandamentos dos Sacerdotes Primais. Nenhuma arvore e animal deve ser morto a não ser por necessidade. Um caçador que mata um servo para alimentar sua família está apenas sobrevivendo, um caçador que mata por esporte e sadismo está causando destruição por simples sede de sangue.

“Cace abominações da natureza e qualquer um que deturpe a harmonia do mundo”

Criaturas não naturais como mortos vivos, aberrações e construtos são uma afronta ao mundo natural, suas presenças nos dominios da Mãe Terra não serão tolerados.

“Não tema ou condene a natureza selvagem. Viva em harmonia com ela pois todos vieram do planeta e nele retornarão.”

A natureza não é boa nem má, ela simplesmente cumpre seu propósito e todas as criaturas que dela vieram estão irrevogavelmente conectados a ela.



" - ROLL FOR INITIATIVE BITCHES!"

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