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Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

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Wild Master
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Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Wild Master em Seg 23 Mar 2015 - 20:36

Eu faria essa guerra a mais severa possível, e não mostraria nenhum sintoma de cansaço até que o Sul implorasse por piedade. - General William Tecumseh Sherman

Deadwood, 1873

Parecia que todas as manhãs começavam assim. Com pesadelos de chamas, sangue e cadáveres.

John Grant se vê acordado em meio ao seu pequeno quarto nos fundos da delegacia, encharcado de suor. E é nessas horas que vê o quanto sua vida mudou; suas acomodações eram simples, espartanas até. Uma cama de cordas (que precisavam ser esticadas), uma bacia e um penico para a higiene pessoal e um velho baú que servia de mesa, assento e armário ao mesmo tempo. Ele já havia passado algumas noites com Rastro de Pólvora, mas seu quarto não o agradava. Além de não ser um bom lugar de permanência para um xerife, todo o luxo dos aposentos da cafetina lembravam a Grant sua vida antiga, e passar muito tempo se lembrando de sua vida antiga era uma estrada que só levava a um destino: a garrafa.

Quando o Senhor das Sombras começa a despertar, ouve a porta de seu quarto batendo, e a voz de seu primo Jared logo em seguida.

"John? Está acordado?"



Wild Master - Narrador e responsável pelos NPCs da Crônica de Velho Oeste.
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John Grant
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Seg 23 Mar 2015 - 23:49

* Despertava de seu sono deitado na simples cama. Os aposentos eram modestos, pobres, exatamente o que precisava para afastar de sua mente, temporariamente, um passado doloroso e inesquecível.

Seu chapéu preto cobria-lhe a face caprichosamente, ao acordar o retira, assim como sua camisa, se dirige à bacia com água limpa e molha o rosto, cabelos e sua espessa barba, retirando o suor. Em seguida veste-se com seu comum colete preto por cima da camisa branca, uma corrente prateada típica dos nobres que sai de um bolso a outro e um sobretudo negro. Na cintura o coldre guarda seus dois revólveres Colt Peacemaker. Andou até o canto do quarto e pegou seu antigo rifle Remington Single Shot, embora sua maior companheira estivesse dedicada no pulso direito, aguardando um rival à altura para seu uso.

Enquanto verificava e carregava as armas, ouviu o bater da porta e a voz de seu parente, Jared MacGregor, que agora carregava o sobrenome Grant.

Finalizou a checagem do rifle, o colocou sobre o ombro e ajeitou o chapéu, em seguida abriu a porta.


- Jared? Espero apenas que o dia não comece com mais um vadio implorando pela forca, na minha cidade.




Minha cidade, minhas regras. Será enforcado ao raiar do sol. Aproveite a última noite de tua desprezível vida nesta cela.
Capitão Grant, O Veredito-Implacável, Hominídeo dos Senhores das Sombras, Phillodox e Juiz do Destino.

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Jared Grant

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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Jared Grant em Ter 24 Mar 2015 - 0:25

*Com um pigarro, Jared adentra nos aposentos do primo.*

-Bem, isso vai depender do que você considera pedir e o que considera sua, primo. Al mandou um dos empregados dele aqui, pediu para que vá lhe fazer uma visita.

*O homem mais velho o encara. Al Swearengen era uma das duas pessoas mais influentes da cidade, ao lado de Rastro de Pólvora, e um dos primeiros colonos do acampamento/cidade. Um homem brutal e astuto, Al controla a Gema, o maior cassino da cidade, além de servir como uma espécie de "banco" informal da localidade, e, junto com Rastro de Pólvora, sustenta o departamento do xerife. Grant já se encontrou com o taverneiro várias vezes, mas nunca a só. E sabe, graças ao seu Dom de Faro para a Forma Verdadeira, que ele é um Garou.*



Jared Grant, Sub-xerife de Deadwood e Parente dos Senhores das Sombras.
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John Grant
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Ter 24 Mar 2015 - 0:47

* O dia começava difícil, mas nenhum começou fácil nos últimos cinco anos.

- Maldito Swearegen, me confunde com um de seus desgraçados lacaios, vamos deixar as coisas mais claras.

* Caminhou até seu gabinete, abriu uma das gavetas trancadas à chave e pegou a estrela com a inscrição "Xerife" gravada, a prendeu no colete. Checou suas armas uma vez mais e olhou Jared por cima do ombro.

- Mantenha esse local limpo, primo. Se alguma sujeira aparecer, estoure os miolos primeiro e pergunte o nome depois.

* Sua face era sempre séria, carrancuda. Caminhou em direção à saída, parou à porta com ambas as mãos no coldre em sua cintura, olhou a pequena cidade por um instante.

- Sinto um cheiro de sangue particularmente forte hoje. Que seja, minhas balas já estão envelhecendo.

* Em virtude do tamanho da cidade e da proximidade do Cassino, não foi ao estábulo em busca de Storm, seu cavalo. Preferiu caminhar pelas ruas, em patrulha, cumprimentando os moradores e verificando se tudo está em normalidade. Afinal, era sua cidade e nem mesmo um rico mimado estragaria, mais que o comum, seu dia.




Minha cidade, minhas regras. Será enforcado ao raiar do sol. Aproveite a última noite de tua desprezível vida nesta cela.
Capitão Grant, O Veredito-Implacável, Hominídeo dos Senhores das Sombras, Phillodox e Juiz do Destino.

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Wild Master
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Wild Master em Ter 24 Mar 2015 - 1:07

*A vida em Deadwood começa cedo. Soprava um vento frio, mas o dia estava limpo. Fora da calçada de madeira, embaixo das das coberturas das casas, a rua era puro barro após a geada noturna. Os cidadãos cumprimentam o xerife, alguns sorrindo, tentando ser simpáticos, outros com medo. A verdade é que John Grant, no seu período como xerife de Deadwood, era muito mais temido do que amado. Jared era quem cuidava das "relações públicas".*

*John por fim chega à Gema. O saloon era mais espaçoso, mas não tão luxuoso quanto o estabelecimento de Rastro de Pólvora. Com uma atmosfera mais rústica, era onde os garimpeiros se acabavam em porres de uísque barato e gastavam seu ouro em pó em jogos simples, rápidos e devastadores, como roletas e dados, além de um ou outro carteado. Grant é recebido por um xará seu, chamado pelos funcionários da Gema de Johnny, um rapaz jovem e barbudo, bem disposto mas não muito esperto.*


-Bom dia xerife! Al está esperando o senhor no andar de cima!



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John Grant
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Ter 24 Mar 2015 - 12:54

* Adentrou ao Saloon empurrando as portas com ambas as mãos, colocou as mãos no coldre e observou todos os presentes. Sua expressão era séria, dura.

Quando o jovem johnny se aproximou, ouviu suas palavras e olhou para a escada que daria acesso ao andar superior, o respondendo em seguida.


- Tenho certeza de que está, garoto.

* Passou pelo jovem e se dirigiu ao balcão, sentou-se e ergueu o dedo.

- Uma dose, cavalar, de seu melhor Whisky.

* Virou-se ficando de costas para o balcão e de frente para as mesas com os pobres diabos gastões e viciados de DeadWood. Os observava, mas seus pensamentos viajavam, estavam em outro lugar.

Explosões, corpos multilados, tiros. Sua casa em chamas. Pesadelos de um passado vivo e presente.


Retirou um grande cachimbo, feito em madeira de lei, do bolso de seu sobretudo. Talvez a última relíquia de sua antiga vida, uma lembrança constante daquilo que foi e jamais voltaria a ser. O olhou por alguns segundos, com o olhar vazio, em seguida retirou um fosfori do sobretudo e o riscou sobre o balcão áspero de madeira, acendendo-o, colocou a chama no cachimbo já preparado e tragou algumas vezes, o incandescendo.

O deixou no canto na boca, soltando a fumaça pelo outro lado. Apagou o fosfori enquanto aguardava seu café da manhã: uma boa dose de um doze anos envelhecido em barris.




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Wild Master
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Wild Master em Qua 25 Mar 2015 - 3:31

*John reconhece vagamente o barman como um dos capangas de Al, um homem corpulento e com fama de ser um guerreiro brutal. Ele se encontrava limpando o balcão com um trapo sujo, e cumprimenta o xerife com um toque no chapéu. Ao ouvir o pedido, ele se vira para um dos barris, e serve um copo de shot cheio até a borda para o homem da lei.*

-Com certeza, xerife, por conta da casa.

*Após servir a dose, o capanga, que John se lembrava vagamente de se chamar Dan, parece olhar para um ponto fixo atrás do xerife. E pouco tempo depois, escuta uma voz bradar:*



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Al Swearengen

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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Qua 25 Mar 2015 - 3:39

-Ora xerife, é bom ver você tomando um café da manhã reforçado!

*Grant se vira para ver o dono da Gema, Al, reclinado no mezanino que compunha o segundo andar do saloon, onde se encontravam algumas mesas mais reservadas, alguns quartos e os aposentos pessoais do próprio Swearengen. Ele observava o xerife com uma expressão curiosa. Mas era óbvio que o taverneiro possuía um olhar que traía ao mesmo tempo uma expressão inegável de poder, astúcia e ameaça.*
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John Grant
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Qua 25 Mar 2015 - 8:37

* Perdido em seus próprios pensamentos, notou Dan servi-lo. Pronto para entornar a bebida, percebeu o olhar quase amedrontado do barman em direção à escadaria. Virou-se e se deparou com o ardiloso Swearegen lhe encarando.

Retirou o cachimbo da boca com a mão esquerda, e ao ouvir suas palavras, ergueu o copo em brinde e virou a bebida em um só gole. Expressando seu "sabor" franzindo a testa e cerrando os dentes. Voltou a colocar o cachimbo na boca, levantou-se e sacodiu o chapéu que estava sobre o balcão, o segurando junto ao corpo em seguida.


- O dia de um homem deve começar com uma enganação para suas mágoas, um problema a ser resolvido e o beijo ardente de uma dançarina.

* Colocou o chapéu na cabeça e caminhou em direção à escadaria.

- O primeiro já foi feito, vamos ao segundo, uma vez que suponho que a terceira condição será satisfeita apenas no estabelecimento do outro lado da rua.

* Grant era, a seu modo, amistoso, sabia lidar com as palavras, embora sua face fosse séria, de expressão dura. Subiu as escadas para tratar com Al sobre o motivo de sua chamada, tão cedo.




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Al Swearengen

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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Qui 26 Mar 2015 - 1:53

*O tom de voz de Al era jovial e cortês ao falar com o xerife, mas não era difícil perceber a Fúria constante por trás das feições do proprietário.*

-Inclinações poéticas, xerife? Então agora a cidade tem duas necessidades supridas numa só pessoa!

A primeira e segunda das suas necessidades eu posso suprir todos os dias da semana para você, Sr. Grant, mas acho que a terceira... Bem, não acho que você gostaria de qualquer ajuda minha nesse sentido, já a minha rival...

*Ao chegar perto de seu quarto, abre a porta para que Grant entre primeiro. Tendo visto o interior dos quartos das duas pessoas mais poderosas da cidade, o Senhor das Sombras podia ver que Rastro de Pólvora tinha um gosto por luxo e ostentação que não era compartilhado por seu rival. Os aposentos de Al eram simples, de madeira nua, com uma cama de casal nos fundos e uma escrivaninha próximo à varanda, com uma cadeira na frente a qual ele convida o xerife a se sentar, se abaixando do outro lado. Grant pode perceber um cofre no quarto, além de alguns objetos escassos de decoração, principalmente um sabre de cavalaria pendurado na parede.

Enquanto olha o quarto, Al abre uma gaveta de sua mesa e de lá puxa uma garrafa com dois copos, servindo uma dose a Grant e depois outra a si próprio.*

-E então? Alguma ideia do que temos para discutir hoje?

*Vira o uisque de uma só golada*
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John Grant
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Qui 26 Mar 2015 - 2:21

* Acompanha Swearengen até seus aposentos. Um homem rústico, embora disponha de posses. Simpatizava com isso, de certa forma o lembrava do contraste de sua vida atual em contrapartida àquela do Mississipi. Mantinha as mãos nos coldres, instintivamente, embora não tivesse nenhuma intenção em usar suas estimadas peacemaker.

Entrou, sentou-se, repousou o chapéu sobre o colo, arrumando os cabelos para trás com a outra mão. Seu cachimbo, aceso como sua curiosidade, emanava sua característica fumaça.


- Poeta? Tenho escrito, há muito tempo, com sangue ao invés de tinta. Embora não me incomode, de fato.

* Vira o uísque em um só gole, cerrando os dentes. Ao ouvir sobre o assunto, e aproveitando-se do encontro cara a cara e de seu conhecimento prévio, incita.

- Uma apresentação formal para começar, suponho, Al Swearegen.

* O olhava com seriedade, sua face sempre carregava o peso de suas palavras, embora não fosse agressivo, falava com uma calma e eloquência surpreendentes para um simples Xerife local. Observou atento e com certa curiosidade o sabre na parede, remontava a lembranças ainda quentes em sua mente, como o sol do Oeste.

Se ateve aos detalhes, buscando algo que denotasse por qual lado lutou.


- Veterano?

* Diz olhando o objeto na parede.




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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Qui 26 Mar 2015 - 3:42

*Serve mais uma dose a ambos. A bebida parecia ser de destilação local. Ao invés de um sabor refinado, era forte ao ponto de que provavelmente poderia ser usada como solvente de tinta sem maiores prejuízos.*

-Sangue, não é? Xerife, esse lugar é novo, mas a história dele é escrita com lama, merda e muito, muito sangue. Por isso me admira se ver um pouco de tinta.

*Al percebe o olhar do homem mais novo para a espada na parede. Swearengen tinha o olhar de um matador, sem dúvida, mas também tinha a sensação de que o homem à sua frente havia visto sua cota de corpos apodrecendo ao sol.*

-Não estive na guerra, se precisa saber. Na época eu vivia em Chicago, com uma vida mais... colorida. A espada é só um souvenir, se preferir chamar assim, porque eu tenho um fraco por lâminas. Sou uma porra de uma negação com um rifle.

-No meu tempo aqui, percebi que mais de um colono ou garimpeiro está fugindo ou do passado ou de um resultado de que não gostou da Guerra. E acho que um homem com olhar de matador e que carrega o sobrenome do Presidente é esse tipo de pessoa. Meu conselho, xerife, é lembrar que não estamos na União. A Guerra, e as coisas que aconteceram nela, ficaram pra trás. No passado e na fronteira.

*Bebendo sua segunda dose, Al se reclina em sua cadeira.*

-Agora, quanto ao motivo de eu ter te chamado aqui: acho que é muito novo para ter nascido em 48, mas já ouviu falar alguma coisa sobre aquela época?
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Qui 26 Mar 2015 - 4:54

* O acompanhou na segunda dose, a bebida era intensa, a conversa também.

- Muito, de fato, ficou para trás. Mas o que nos tornamos é o que realmente importa. E de uma forma ou de outra, todos fugimos de algo ou alguém.

* Ouve atento, com interesse, e como prática comum utiliza seus meios para conhecer a verdade por trás de cada palavra do ardiloso taverneiro. Usa Verdade de Gaia deste ponto em diante.

- Meu velho pai, que deve estar bebendo uma dose suja de uísque e cuspindo tabaco aos pés de Deus, contou-me uma coisa ou duas sobre o ano. Mas sei pouco, além da morte de Quincy Adams, das eleições presidenciais e da ideia, inovadora eu diria, comunista de Marx, pouco saberia lhe falar sobre.

* Não deixou de notar a esquiva do homem em relação a apresentação solicitada, mas manteve-se ouvindo. Nada melhor que deixar as palavras de um homem o descreverem. Sua mão direita segurava o cachimbo, o levando à boca nos intervalos de suas falas.




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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Sab 28 Mar 2015 - 1:19

*Muito do que Al dizia era cínico ou grosseiro, mas até onde o Dom de Grant podia dizer, era verdade.*

-É, foi um ano interessante, apesar de eu me cagar sobre quem está matando quem ou escrevendo o que na Europa.

(Apesar da frase, Grant percebe que por mais vulgar que seja, há um toque de sotaque inglês na voz de Al).

-Seu pai devia ser um homem que se interessava pela política. Mas o que eu estou me referindo é à Corrida do Ouro. Algum infeliz achou ouro na Califórnia, e isso mudou a porra do país para sempre. Depois disso, cada idiota no Leste achou que era a ideia mais brilhante do mundo largar tudo o que tinha para ir peneirar num riacho congelando em busca de uma ou duas pepitas de ouro, e ao mesmo tempo vieram comerciantes, fazendeiros, e depois os trens, o telégrafo.

Resumindo, Deadwood, cedo ou tarde vai passar pela mesma coisa. E você sabe o tipo de merda que vem junto com a civilização, se sabe o que eu estou dizendo. Então... quanto ao que disse sobre se apresentar, quer fazer as honras de começar, xerife?



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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Dom 29 Mar 2015 - 23:54

*Virou o copo sobre a mesa, o dia seria longo e sua atenção deveria ser mantida. Fumava seu cachimbo e mantinha uma das mãos sobre a mesa, batendo os dedos inquietantemente. Marcas de um tempo no qual ficar parado por alguns minutos resultaria em chumbo na cabeça.

Ouviu o homem e abriu um sorriso discreto, porém notável do lado oposto dos lábios  que abriga o cachimbo.


- Difícil achar paz em nossas origens.

* Retirou o cachimbo, liberando muita fumaça, e o segurou com a mão esquerda. Até o momento todas as palavras do homem eram verdadeiras, e seu dom Faro para a forma verdadeira revelou que se tratava de um Garou. Seu senso olfativo é apurado, um cheiro forte e maculado da wyrm seria facilmente notado, como não parece o caso de acordo com suas possibilidades de checar a condição de Al, prossegue.

- Mais merda que ouro, é a sina desse país esquecido por Deus...ou Gaia.

* Levanta uma das sobrancelhas aguardando uma resposta corporal, por fim completa, abaixando a mão direita por baixo da mesa e a colocando sobre a peacemaker, just in case.

- Meu nome entre os humanos não mais importa, então aos modos que nos competem, sou Veredito-Implacável, Phillodox entre os Senhores das Sombras, Juiz do Destino, Cliath.

* Fumou, uma vez mais.




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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Seg 30 Mar 2015 - 2:27

*Após servir mais duas doses, Al não pode deixar de emitir um sorriso lupino ao ouvir a apresentação do Senhor das Sombras.*

-Que bom que estamos na mesma página então, Veredito-Implacável. Ganhei a alcunha de Ouro-de-Tolo, Ragabash dos Presas de Prata, Athro.

*Al vira mais uma dose da bebida*

-Então eu não preciso ser mais claro: a partir do momento em que essa fossa começar a crescer ao ponto de ser chamada de cidade, as merdas vão chegar como moscas na... bem, na merda. Malditos, zombarias, vampiros, e sabe mais Gaia o quê. É por isso que eu te apoio como xerife, e é por isso que eu não entrei na casa da frente e estripei cada porra de alma viva lá e peguei o lugar para mim: preciso de gente que pode até se chamar de minha inimiga, mas que eu saiba quem são. Não tenha nenhuma ilusão: as coisas aqui vão ficar feias, e quando isso acontecer, vamos precisar ter os dois pés bem fincados em Deadwood.



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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Seg 30 Mar 2015 - 11:52

* Ouviu atentamente a apresentação de Swearegen, um Athro afinal, e mais: da pomposa casa dos herdeiros ao trono. No entanto, os modos e trejeitos do ragabash lembravam outra tribo, a de maior afinidade marcial entre os filhos de gaia...sorriu levemente, sem dúvidas, o Presas de Prata era uma figura interessante.

- Na guerra, Ouro-de-Tolo, aprendi que os homens se separam em dois tipos quando as balas voam e a merda se ergue do chão. Os que pretendem ser heróis e àqueles que dançam entre as balas usando a merda como cera para os sapatos.

* Apoiou os braços sobre a mesa e o olhou de forma mais séria.

- Eu não tenho ilusões. E ser herói não faz parte das minhas inclinações.

* Recostou-se novamente na cadeira.

- Aparentemente, é um bom dançarino, senhor Swearengen. E como disse, inimigos são importantes desde que sejam úteis. Entrarei na dança.

- Me coloco a disposição para manter a ordem necessária na cidade. Com o intuito de afastar e destruir a mácula, e claro, não deixando de tratar dos assuntos humanos. Tem os recursos, eu tenho os meios, um acordo fácil, suponho.

*Encerra fumando uma vez mais.

- Como todo bom trato, deixe claro suas condições, para que eu coloque as minhas na mesa.




Minha cidade, minhas regras. Será enforcado ao raiar do sol. Aproveite a última noite de tua desprezível vida nesta cela.
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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Sex 3 Abr 2015 - 0:33

*Al serve mais duas doses de whisky enquanto avalia Grant. Se estava satisfeito, ou desapontado, não deixava transparecer.*

-Dança, não é? Acho que você está certo, xerife...

-Sabe o que realmente me incomoda nesse lugar? Por todo o Oeste, nos últimos cinquenta anos, sempre que havia um pedaço novo de fronteira, estávamos lá, os meus e os seus lutando contra os Uktena e Wendigo, e os brancos contra os peles-vermelha. Mas sabe o que acontece aqui nas Black Hills? Nada. Não há ataques a peregrinos, não há garimpeiros perturbando cemitérios deles, nada. Só um ou outro que vem ao garimpo vender umas peles e gastar tudo em bebida. Eu estou aqui há mais de cinco anos, e nunca vi um Uktena ou um Wendigo. E sabe o que acho pior disso? Isso significa que não existe um caern na área.

-Então essas são minhas condições, Veredito-Implacável. Você sabe que temos que manter a ordem por aqui, e acima de tudo, manter a ordem contra quem quer que venha de fora tentando mudar o equilíbrio de poder aqui. Simples, mas não é só isso. Nós precisamos de um caern. Se essa região não tiver uma Seita, vai ser só uma questão de tempo até o lugar ficar coberto de Malditos e zombarias.



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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Sex 3 Abr 2015 - 0:47

* Coçou a barba, Swearengen era sensato, afinal.

- Sua preocupação procede, Ouro-de-Tolo. Mas levanto uma questão:  Em se tratando de terras selvagens, não creio que achar um local apropriado seja problema, mas um caern requer metamorfos, muitos, e espíritos dispostos a cooperar. Além é claro, de Theurges capazes de desempenhar os rituais necessários.

* Repousa a mão sobre o chapéu.

- E até onde sei, somos poucos, e menos ainda espiritualizados, Ragabash. Obviamente o progresso atrairá malditos, mas também membros das tribos e quem sabe Feras. Mas não acho que conta apenas com isso para a criação do Caern. Podes elucidar essa questão?

* Arqueia o corpo para frente.

- Seus termos são simples, em verdade, não passam de minha obrigação. As cumprirei.

- Os meus, no entanto, talvez sejam mais específicos. Atuarei em casos humanos nesta cidade e a Lei não pode ceder ou ser questionada, então embora eu lhe deva respeito e a quantidade necessária de submissão em relação a seu posto, ao tratar dos demais assuntos não aceitarei questionamentos.

- Terei carta branca, completamente. Afinal, qual a moral de um Xerife que acata ordens dos mais poderosos e ricos da cidade? E bem, isso conflita ainda com minhas obrigações morais e um certo orgulho, é de minha natureza.

* Entorna a bebida e coloca o chapéu na cabeça.

- Pegar ou largar, senhor Al.




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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Sex 3 Abr 2015 - 1:49

*Al cofia os bigodes após pensar nas palavras de Grant. Os dois Garou pareciam estarem perto de atingirem uma forma de compromisso.*

-Sim, não estamos numa situação boa. Um Ragabash, um Philodox e o que quer que sua namorada faça. Esse é meu ponto, entende? Precisamos estabelecer território, e estabelecer rápido para se outros Garou chegarem aqui, nós já estaremos estabelecidos e, mais importante, no controle. Entende isso? Estes são tempos em que a briga por território é tudo, então temos que sair na frente para termos condições de enfrentar a Wyrm. Não estou dizendo para ir ao mato e abrir um caern novo sozinho, mas quero que fique de ouvidos abertos para qualquer coisa que possa parecer promissora. Garanto que vou fazer a mesma coisa, e se tiver alguma novidade, você saberá.

-Agora, quanto às suas atividades como xerife, não podia me importar menos. Você continua atirando em foras-da-lei o quanto quiser, e eu me asseguro de que minhas operações não afetem as suas sensibilidades, ou pelo menos nada do que você saiba. Só vou te dar um conselho: muitos tribunais e enforcamentos, e as pessoas em Yankton e Washington vão começar a se perguntar se estamos criando nosso próprio país aqui.

-Mas acho que nos entendemos, Senhor das Sombras. Você, mais que ninguém, deve saber a importância de se ter um domínio forte.



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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Sex 3 Abr 2015 - 2:27

* Entre uma tragada e outra, olhava os adornos na parede, enquanto ouvia o Presas de Prata. Ergueu o copo em brinde.

- Acordo fechado. Claro como as águas do maldito Mississipi.

* Entornou em um só gole. Levantou-se e ajustou o chapéu na cabeça, caprichosamente.

- Bom, ainda tenho a terceira condição, para que o dia de um homem valha a pena, para realizar. Caso necessite, sabe onde me encontrar, Presas de Prata.

* Aguarda apenas o necessário para ver se Ouro de Tolo teria algo mais a falar, em seguida se encaminha para a saída.




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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Al Swearengen em Qua 8 Abr 2015 - 0:27

*Al dá um riso sardônico enquanto vira sua última dose.*

-É, xerife, acho que meus serviços não seriam do seu agrado para essa condição. Mande meus cumprimentos à minha amiga.

*O Ragabash continua perdido em seus pensamentos enquanto Grant desce para o salão central da Gema. Os empregados de Al cumprimentam o xerife, mas ninguém o interrompe. A distância até o Summer é curta, basta apenas atravessar a rua e Grant está lá.*



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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por John Grant em Qua 8 Abr 2015 - 17:19

* Deixa o local, não antes de ir ao balcão e deixar uma nota de dólar sobre o mesmo, para esta e futuras despesas pessoais. Swearengen teria a certeza de que contaria com seu apoio, mas não seria comprado por simples palavras ou poucos dólares.

Atravessou a rua em direção à Summer, o paraíso dos bêbados e vadios. Apropriado.




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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

Mensagem por Wild Master em Seg 13 Abr 2015 - 1:00

FIM DO PRELÚDIO JOGÁVEL

John Grant pode muito bem fugir de seu passado, mas descobriu que sua vida como Garou sempre estará a um passo atrás. O presente tópico será bloqueado, e o jogador passará a postar na sessão principal. Com o fim do prelúdio, recebe 10 pontos de bônus extra para serem gastos da maneira que bem entender na ficha, desde que previamente consultado com o Narrador.



Wild Master - Narrador e responsável pelos NPCs da Crônica de Velho Oeste.

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Re: Prelúdio John Grant - Juiz, Juri e Executor

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