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Camazotz - Os Homens-Morcego

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Camazotz - Os Homens-Morcego

Mensagem por Chapeleiro em Seg 29 Dez 2014 - 1:07

Continuando a lista das Raças Perdidas, vamos aos Camazotz, a última Raça Metamórfica a ser extinta.

CAMAZOTZ


Os homens-morcego eram conhecidos como Orelhas de Gaia (ou, ironicamente, Sua Voz). Eles eram mensageiros, mas de um tipo diferente dos Corax. Enquanto os Corax são fofoqueiros natos, espalhando informação para qualquer um disposto a ouvir, os Camazotz eram mensageiros secretos. Seus Dons de velocidade, furtividade e percepção aumentada fazia deles excelentes espiões que conseguiam manter o que descobriam entre seus aliados e Gaia. Um de seus pontos fortes, assim como um dos principais motivos dos Garou os temerem, era o fato de ser extremamente difícil saber se um Camazotz estaria ouvindo uma conversa. Indivíduos poderiam se reunir em segredo apenas para aprender que assim que terminasse a reunião, seus inimigos sabiam de tudo que havia sido dito. Tudo que um dos Camazotz precisava para observar uma cena era que um único morceguinho se escondesse num canto.

Os Camazotz eram uma Raça altamente social que vivia em revoadas igualitárias que continham entre uma dúzia e uma centena de membros. Eles frequentemente viviam em cavernas ao lado de seus Parentes morcegos. Embora inclinados a guardar segredos, eles tentavam manter relações amigáveis com os outros metamorfos.

Os Camazotz eram mais comuns no hemisfério sul, o que os isolou parcialmente da Primeira Guerra da Fúria. Os Garou massacraram os homens-morcego que viviam na Europa, Ásia e América do Norte, mas aqueles que viviam na América do Sul ficaram seguros durante a primeira Guerra. Porém, o medo de massacres futuros manteve os Camazotz restantes confinados ao continente pelos próximos milênios.

Alguns grupos se envolviam em várias formas de rituais de sangue para aumentar sua força e poder, mas eram cuidadosos para se manterem livres da corrupção da Wyrm. Apenas uns poucos homens-morcego caíram perante a Mácula, e os outros Camazotz os caçavam sem piedade. Quando um grupo de Senhores das Sombras acompanhando os conquistadores espanhóis até a América do Sul encontraram os Camazotz no início do século XVII, os lobisomens ficaram horrorizados. Não vendo nada além do fato de que os Camazotz eram metamorfos morcego que usavam sangue humano em seus rituais, os Senhores das Sombras presumiram que os Camazotz eram um novo tipo de fera da Wyrm, e recrutaram centenas de aliados humanos para ajudá-los a massacrar todos os Camazotz. Após esse genocídio, Morcego - o totem da Raça - enlouqueceu e caiu para a Wyrm.

CAMAZOTZ NOS DIAS MODERNOS

Qualquer Camazotz que tenha sobrevivido ao massacre dos Senhores das Sombras o fez permanecendo escondido na Umbra Profunda. Eles procuram repopular seus números - e voltar a portar mensagens da própria Gaia. O totem Morcego caiu para a Wyrm quando os Camazotz foram destruídos. Talvez os personagens queiram redimí-lo e purificá-lo, o que prepararia o caminho para o retorno dos homens-morcego, ou talvez a redenção do Morcego tenha acontecido recentemente, pavimentando o caminho para o retorno dos Camazotz. Embora quaisquer Camazotz sobreviventes provavelmente ainda odeiem os Garou em geral e Senhores das Sombras em particular, eles também sabem que podem fazer pouca coisa contra a força dos lobisomens, para não arriscarem sua fúria sobre eles novamente.





"Por que um corvo se parece com uma escrivaninha? Já adivinhou a charada?" O Chapeleiro disse, se voltando novamente para Alice.
"Não, eu desisto"- Alice respondeu - "qual a resposta?"
"Eu não faço a menor idéia.", disse o Chapeleiro.

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Mandíbula
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Re: Camazotz - Os Homens-Morcego

Mensagem por Mandíbula em Ter 30 Dez 2014 - 1:31

HISTÓRIA

Morcego, o totem dos Camazotz, sempre foi um espírito estranho. Seus filhos animais são criaturas singulares: os únicos mamíferos capazes de vôo verdadeiro e uma das duas espécies terrestres que navegam através de ecolocalização. Até mesmo antes de sua corrupção, o Morcego era uma criatura da noite e um caçador de mau agouro. Até mesmo as culturas humanas entendem a natureza do Morcego - povos europeus o associavam morcegos à bruxaria e aos mortos-vivos, várias tribos norte-americanas viam o morcego como um espírito trapaceiro, ao passo que as tradições mesoamericanas ligavam os morcegos ao submundo.

Na antiga pré-história, antes da loucura da Weaver, quando a Wyrm ainda era uma representação do equilíbrio ao invés de uma força de destruição cega, Morcego era um dos servos da Wyrm. Morcego procurava ao redor do mundo pelas coisas destinadas a perecerem e as marcava para remoção. Quando a Wyrm enlouqueceu, Morcego deixou o seu serviço. Embora Morcego tenha se provado por incontáveis vezes em serviço à Gaia e contra sua antiga mestra, o espírito sempre carregaria consigo uma escuridão que o amor de Gaia jamais conseguiria remover por completo.

Além do amor de Gaia, os filhos do Morcego davam força para o espírito seguir em frente. Morcego era um dos pais espirituais mais atenciosos, despejando dons e conselhos sobre os Camazotz. Morcego sabia que os Camazotz eram como eles, destinados a viver na escuridão e a serem desconfiados pelas outras Raças Metamórficas. Eles tomavam para si missões que seus primos jamais entenderiam - e provavelmente nem conheceriam.

Quando os Garou expulsaram os Camazotz do hemisfério norte durante a Guerra da Fúria, Morcego se manteve fiel à Gaia, mas sua dedicação começou a fraquejar. Ele ensinou uma forma de magia de sangue aos seus filhos - os mesmos rituais que eventualmente os condenariam perante os olhos dos Garou europeus - retirados da antiga existência de Morcego como um dos servos da Wyrm. Eles retiravam sua força da morte, assim como a Wyrm fazia. Embora os rituais não fossem inerentemente maculados, eles era fundamentalmente inseguros - eles invocavam o poder da destruidora primordial, um poder que havia enlouquecido um bocado. Muitos homens-morcego caíram para a Wyrm, mas os Camazotz expressaram sua Fúria e a raiva de seu totem no zelo com o qual caçavam seus irmãos corrompidos. Muitos deles jamais souberam que os rituais de sangue eram a fonte da corrupção, e que todos que haviam tomado parte em um dos rituais estava ligado à Wyrm.

Enquanto os Camazotz da América do Sul faziam experimentos com magia de sangue, os Camazotz no hemisfério leste se retiraram de seus aliados dentre as Cortes Bestiais. Embora ainda servissem à Mãe Esmeralda, os Camazotz asiáticos se tornaram ainda mais isolados e cheios de segredos. Eles voltaram seus talentos para reunir informações para sua própria história. O que havia levado os Garou, antes os guerreiros mais orgulhosos de Gaia, a massacrarem seus primos. As Raças Metamórficas sempre foram uma família briguenta, e embora não fosse inteiramente incomum que um desentendimento entre metamorfos escalasse até violência física, nunca havia ido tão longe ao ponto de genocídio antes.

Os Camazotz da Austrália encontraram um lar ainda mais aconchegante. Espalhando a notícia da guerra dos Garou no continente, eles encontraram refúgio dentre as outras Raças Metamórficas do continente. Os Mokolé australianos haviam preparado caerns e conheciam esconderijos e bons territórios, quase como se soubessem que os homens-morcego estavam chegando. Os Camazotz australianos se tornaram tão ligados às Raças Metamórficas australianos que se dispuseram a vencer os próprios medos e ajudar os Bunyip a se adaptarem ao seu novo lar.




Eu sou o último dos Grondr. Há um motivo para isso.
Mandíbula-do-Abismo, Grondr, devorador da mácula

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Re: Camazotz - Os Homens-Morcego

Mensagem por Chapeleiro em Seg 5 Jan 2015 - 1:29

Conforme o tempo passou, os Camazotz começaram a fragilizar suas alianças com as outras Raças Metamórficas. Na Ásia, os Camazots se recusaram a aceitar que os Hakken e Portadores da Luz Interior não foram cúmplices no assassinato dos homens-morcego pela Europa e América do Norte. Quando os Senhores das Sombras espanhóis começaram sua guerra genocida contra os Camazotz da América do Sul, os homens-morcego asiáticos se sentiram justificados. Sabendo que os Hakken descendiam dos Senhores das Sombras, os Camazotz os viram como culpados por associação. Focados e obcecados, eles denunciaram as Cortes Bestiais por tolerarem a presença de Garou. Alguns de seus antigos aliados ainda sussurram que os Camazotz estavam próximos de realizarem uma terrível descoberta antes que a loucura do Morcego finalmente os tomasse.

A destruição dos Camazotz sul-americanos foi um golpe duro para o Morcego. Os Garou afirmam que o massacre levou Morcego diretamente aos braços da Wyrm, mas isso não é estritamente verdadeiro. A mente e identidade do espírito se fragmentaram sob a pressão de sua mágoa e fúria. Morcego se transformou em dois espíritos com uma única essência, um deles ainda leal a Gaia e o outro um espírito corrupto que havia se entregado inteiramente à sua mestre original. Os dois lados de Morcego duelaram, mas estavam empatados. A Wyrm sussurrava venenos no ouvido de um lado, mas o lado gaiano se manteve resoluto. Seria necessária uma força externa para desequilibrar a balança para um lado ou outro.

Conforme seu totem lutava consigo mesmo, os Camazotz se retiraram completamente das outras Raças Metamórficas. Os Portadores da Luz Interior, ouvindo contos dos outros Garou, apontaram para a loucura do Morcego e os rituais de sangue dos Camazotz sul-americanos como prova de que os homens-morcego estavam corrompidos o tempo todo. Os Camazotz, cansados e desconfiados, sentiram que as Cortes Bestiais provavelmente acreditariam nestas mentiras - sem contar que a situação ficava cada vez pior por elas estarem se tornando verdade. Os Camazotz se afastaram completamente das Cortes Bestiais, reunindo o pouco que havia sobrado de seus números na Austrália. Os Camazotz australianos, por sua vez, se retiraram das outras Raças para ficarem com seu próprio povo.

Os Camazotz sobreviventes compreendiam a natureza do Morcego, e sabiam o quanto sua quase-extinção pesava em sua mente. Mesmo antes da morte de seus primos sul-americanos e da loucura de seu totem, eles haviam iniciado uma campanha de oração e rituais para mostrar a ele sua força e vitalidade contínuas. Eles esperavam que fossem inspirar Morcego mesmo enquanto seus números diminuíam. Suas orações poderiam dar ao totem a força para evitar as tentações da Wyrm e reunir seu espírito.

Infelizmente, não foi o que aconteceu. Toda a atenção do Morcego estava focada nos seus filhos restantes na Austrália. Embora os Camazotz australianos permanecessem escondidos e seguros, Morcego viu o que estava por chegar - o massacre dos Bunyip da Austrália, os Mokolé e os outros durante a Guerra das Lágrimas - e sabia que seus filhos seriam os próximos. Anos antes dos Garou chegarem à Austrália, Morcego abandonou todas as esperanças e se permitiu cair perante a loucura da Wyrm.

Os Camazotz estavam condenados assim que seu patrono lhes virou as costas. Assim como os Corax, os Camazotz eram feitos ao invés de nascidos; quando o Morcego finalmente se voltou para a Wyrm, ele desvirtuou os pactos espirituais que abasteciam o seu ritual de criação. Na melhor das hipóteses, o ritual simplesmente falhava. Outras vezes, ele conectava o infante a um Maldito. Muitas dessas crianças morreram jovens, explodindo numa fonte de fogo profano ou enviando um sinal espiritual para outros Malditos. Alguns poucos cresciam até a maturidade antes do Maldito decidir se manifestar, criando um fomor poderoso.

Quando os Camazotz viram o que havia acontecido com seus filhos, eles se deram conta de que não haveria uma próxima geração. Morcego havia caído, e com isso havia condenado os Camazotz. Os poucos restantes de uma Raça que havia sobrevivido à uma guerra com os Garou, a loucura de seu patrono e a traição de seus próprios filhos, fugiram para a Umbra, para nunca mais serem vistos novamente.

Um punhado de viajantes umbrais afirmam que os Camazotz ainda não morreram. Embora não possuam um totem, os últimos homens-morcego ainda servem a Gaia como espiões e mensageiros ao longo da Umbra Profunda. Dizem que eles deixam mensagens secretas, e sempre de uma maneira a dar informação de forma que o destinatário nunca sabe quem a entregou. Alguns Nuwisha e Corax - os viajantes umbrais mais experientes de todas as Raças Metamórficas - tentaram confirmar estes rumores. Todos eles falharam. Embora eles tenham vivido por muito mais tempo do que muitas Raças Metamórficas tenham acreditado, quando seu totem caiu para a Wyrm, os Camazotz se tornaram extintos.

A história dos Camazotz é uma tragédia de um povo condenado por etapas. Eles lutaram contra seu destino, mas a cada passo, enfrentavam obstáculos que não podiam ser superados. Eles não puderam derrotar os Garou que os expulsaram da Europa e América do Norte, e não conseguiram prevenir o massacre na América do Sul. Seu totem caiu para a Wyrm, condenando sua espécie, e mesmo assim eles continuaram a lutar. Os últimos de sua espécie só fugiram para a Umbra quando ficou óbvio que nada além de redimir o Morcego os salvaria.

A seguir... regras para os Camazotz!





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Re: Camazotz - Os Homens-Morcego

Mensagem por Chapeleiro em Qua 7 Jan 2015 - 0:08

CARACTERÍSTICAS.

-Assim como os Corax, os Camazotz eram feitos, e não nascidos. Para se tornar um homem-morcegos, humanos ou morcegos infantes precisavam ser submetidos a um ritual que só podia ser realizado em cavernas umbrais especiais.

-Não haviam Camazotz impuros. Independente da Raça, todos os Camazotz começavam com Fúria 1, Gnose 5 e Força de Vontade 3

-Uma vez que todos os Camazotz eram criados através de um ritual, homens-morcego não tinham augúrios.

-Camazotz sofriam os mesmos efeitos de prata que os lobisomens. Eles também podiam se regenerar da mesma maneira que os Garou.

-Os Camazotz podiam percorrer atalhos para Umbra assim como os Garou, mas precisavam estar nas sombras ou no escuro para fazê-lo. Eles não podiam percorrer atalhos embaixo de luz sem o Dom: Sob o Sol.

-Os Camazotz possuíam sentidos especialmente aguçados. A dificuldade para todos os testes relacionados à audição era reduzida em 2 em todas as suas formas. Além disso, eles possuíam sonar em todas suas formas exceto a Hominídea, permitindo que funcionassem normalmente na escuridão completa.

-Os Camazotz podiam voar nas suas formas Crinos e Megachiroptera (assim como na forma de Enxame, se tivessem o Dom apropriado).

-Os Camazotz nas formas Crinos e Megachiroptera realizavam todos os testes de Esquiva e Esportes com -2 de dificuldade enquanto estivessem voando.

FORMAS:

Os Camazotz podiam assumir quatro formas diferentes (e uma quinta forma de enxame se soubessem o Dom: Forma das Mil Asas). Hominídeo era um humano normal. As suas outras três formas eram as seguintes:

Áptero: A forma quase-humana dos Camazotz era a de um humano esguio com braços e pernas quase que esqueletalmente magros, orelhas grandes e um rosto ligeiramente distorcido. Ela não tinha asas e não podia voar, mas escalava muito bem, e podia se orientar via sonar. Todos os testes de Esportes e Esquiva sofriam uma redução de -1 na dificuldade nessa forma.
Modificadores: Destreza +2, Aparência -1, Manipulação -1, Percepção +2

Crinos: A forma Crinos de um homem-morcego lembrava um lobo bípede com pernas e braços longos. Embora as asas de um morcego natural contenham seus dedos alongados como estabilizadores estruturais, os Camazotz Crinos possuíam tanto mãos com garras como "asas": uma membrana fina, mas forte, que se esticava entre seus corpos e braços, e que se extendia o bastante para lhes permitir voar. Embora não tão rápidos quanto os Corax, homens-morcego eram consideravalmente mais manobráveis.
Modificadores: Força +1, Destreza +2, Vigor +1, Aparência 0, Manipulação -3, Percepção +3

Megachiroptera: A forma animal de um Camazotz era a de um grande morcego de cerca de 30 cm de comprimento, com uma envergadura de 1,5 metros. Os Camazotz usavam essa forma mais para movimento veloz e observação discreta. Nesta forma, eles ganhavam -1 nas dificuldades de todos os testes de Furtividade enquanto estivessem longe da luz.
Modificadores: Força -1, Destreza +2, Aparência 0, Manipulação 0, Percepção +3

QUALIDADES

O Defeito Baixa Estatura era comum dentre os Camazotz, e a maioria era bem esguia.

MICROCHIROPTERA
(Qualidade de 3 Pontos, somente para Camazotz)

Este Camazotz era relacionado às menores espécies de morcegos. Ao invés de se transformar na forma Megachiroptera, este homem-morcego se transformava naturalmente em um enxame de morcegos idêntico ao criado pelo Dom: Forma das Mil Formas. Aprender este Dom permitia que o personagem com esta Qualidade assumisse a forma Megachiroptera.





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Re: Camazotz - Os Homens-Morcego

Mensagem por Ervin Palavra Austera em Sex 16 Jan 2015 - 0:17

DONS GERAIS DOS CAMAZOTZ

[Me perdoem se erro algum nome de Dom Garou, não estou com a lista completa aqui, e tenho que traduzir de improviso]

Camazotz começam o jogo com três Dons de Nível Um da lista de Dons Gerais dos Camazotz.

Nível Um:

Ecolocalização:
Como o Dom lupino: Visão do Faro, mas usa o som para navegar ao invés do faro. Este Dom só costuma ser útil na forma Hominídea, já que todas as outras formas já são capazes de navegação por sonar.

Sentidos Aguçados: Como o Dom lupino.

Memória Perfeita: Como o Dom Galliard.

Sussurros Privados: Ao cobrir sua boca e sussurrar, o homem-morcego pode falar com qualquer um que possa ver, sem ser ouvido.
Sistema: O jogador rola Manipulação + Lábia, dificuldade 7. O personagem pode sussurrar por um turno por sucesso.

Faro Para a Forma Verdadeira: Como o Dom Philodox.

Pele das Sombras: O Camazotz se cobre com uma sombra semi-sólida, fazendo com que fique mais difícil de se ver, abafando o barulho de seus movimentos e até mesmo garantindo alguma proteção contra ataques.
Sistema: O jogador gasta um ponto de Força de Vontade. Pelo resto da cena, o personagem ganho um dado de absorção e três dados extras para qualquer teste de Furtividade. Este Dom termina assim que o personagem ficar sob luz forte.

Silêncio: Como o Dom dos Peregrinos Silenciosos.

Língua do Mundo: Como o Dom hominídeo.

Comunicação com Espíritos: Como o Dom Theurge.

Capturar Sussurros: Como o Dom dos Senhores das Sombras.

Nível Dois:

Mordida Hemorrágica:
A saliva do homem-morcego se transforma num poderoso anticoagulante, fazendo com que suas vítimas sangrem profusamente.
Sistema: O jogador pode gastar um ponto de Gnose após uma mordida bem sucedida. A vítima sofre um nível adicional de dano letal não-absorvível no fim de cada turno subsequente por um número de turnos igual a Gnose. Vampiros perdem um ponto de sangue por turno ao invés de sofrerem dano.

Sob o Sol: O homem-morcego pode percorrer atalhos até sob luz direta, embora trate a Película como um ponto mais alta quando o fizer.
Sistema: Os efeitos deste Dom são permanentes.

Favor de Luna: O homem-morcego invoca o favor mercurial de Luna, se tornando incrivelmente sortudo.
Sistema: O jogador pode gastar um ponto de Força de Vontade para indicar uma rolagem como "sortuda". Ele ganha um sucesso automático no teste, e pode rolar de novo todas as falhas para que se tornem sucessos. Este Dom só pode ser usado uma vez por cena.

Fortitude do Mensageiro: Como o Dom dos Peregrinos Silenciosos, mas se aplica ao vôo ao invés da corrida.

Asas Cortantes: Como o Dom Corax: Penas Cortantes.

Sentir a Wyrm: Como o Dom impuro.

Nível Três:

Guincho do Morcego:
O homem-morcego emite um grito ultrasônico que atordoa, desorienta e machuca quem estiver próximo.
Sistema: O jogador gasta um ponto de Fúria e rola Vigor + Instinto Primitivo. Todos dentre um raio de 27,5 metros tomam um nível de dano por contusão não-absorvível por sucesso.

Saliva Cegante: O Mensageiro de Luna pode deixar um oponente cego ao cuspir nele.
Sistema: O personagem cospe em seu oponente; o jogador gasta um ponto de Gnose e rola Destreza + Instinto Primitivo, com dificuldade igual ao Vigor do oponente. O alvo fica cego por um turno por sucesso; mesmo após a cegueira passar, a vítima sofre uma penalidade de +2 em todos os testes que envolvam visão (incluindo a maioria das manobras de combate) pelo resto da cena.

Encontrar o Caminho: Como o Dom Ragabash.

Sentir Magia: Como o Dom Uktena.

Forma das Mil Asas: Através de um domínio refinado de suas capacidades como metamorfo, o Camazotz ganha a habilidade de dividir seu corpo em um enxame de incontáveis morcegos pequenos.
Sistema: Assumir a forma de Mil Asas requer um teste padrão de mudança de forma com dificuldade 8. Para todos os aspectos, ela funciona como a forma Rastejante dos Ananasi, exceto que é capaz de voar e é composta por morcegos.

Nível Quatro:

Banquete Sangrento:
Como o Dom Wendigo.

Invisibilidade: Como o Dom Uktena.

Mensagens Noturnas: Ao abrir bem sua boca, a voz do Camazotz surge como um enxame de morcegos, que voam até um alvo distante, com o intuito de entregar uma mensagem.
Sistema: O jogador gasta um ponto de Força de Vontade e rola Raciocínio + Expressão, com uma dificuldade determinada pela distância do alvo da mensagem. Dentro de uma milha [1,6 km] seria dificuldade 5, enquanto um alvo a 100 milhas de distância teria uma dificuldade 9. Os morcegos-mensageiros se movem na velocidade normal de morcegos, e descansam durante o dia. Eles entregam a mensagem ao voar em volta do destinatário, guinchando a mensagem na voz do Camazotz.

Consciência Sobrenatural: Como o Dom dos Portadores da Luz Interior.

Nível Cinco:

Nuvem na Asa: Como o Dom Fianna: Neblina no Pântano.

Lendo o Coração Negro: Ao ouvir o pulso do coração de um indivíduo e a circulação de seu sangue, o Camazotz pode descobrir seu mais profundo segredo.
Sistema: O Camazotz gasta um turno se concentrando. O jogador gasta um ponto de Gnose e rola Percepção + Lábia (dificuldade igual à Força de Vontade do alvo). Sucesso permite ao homem-morcego descobrir um fato que o alvo guarda da forma mais intensa do mundo afora.

Sombras de Mictlán: Ao percorrer atalhos sob a escuridão da noite, o Camazotz pode entrar na Umbra Profunda tão facilmente quanto no reino dos espíritos de Gaia.
Sistema: Desde que não esteja sob luz direta, o homem-morcego pode percorrer atalhos para o submundo como bem entender. Sob o Sol não tem nenhum efeito sobre este Dom.

FETICHES

Boneco da Maldição das Sombras
Nível Quatro, Gnose 8

Os Camazotz não precisavam de ajuda para se manterem escondidos quando seus deveres assim exigiam. Seus Dons e talento natural para a sutileza funcionavam em seu benefício. Porém, ocasionalmente um dos segredos dos Camazotz era descoberto. O homem morcego tradicionalmente usava um Boneco da Maldição das Sombras para silenciar a testemunha por um tempo.

O Boneco da Maldição das Sombras tem a forma de um boneco ou fantoche pequeno feito de couro peludo (na verdade, pele de morcego ou rato). O boneco é feito com o menor indício de um rosto, e sempre tem uma bolsa em algum lugar do corpo. Para ativar o fetiche, o Camazotz precisa colocar um pequeno objeto pertencente ao alvo - ou uma parte do corpo do alvo, como um cabelo ou lasca de unha - na bolsa enquanto silenciosamente sinaliza com a boca o nome do alvo por três vezes. Então ele deve esconder o boneco, porque assim que vê-lo, a maldição acaba.

Enquanto a maldição durar, o alvo se torna sobrenaturalmente fácil de ser ignorado. Qualquer um olhando para ele precisa ser bem sucedido num teste de Percepção + Prontidão (dificuldade 9) para registrar sua presença. Esforços heróicos por parte da vítima - atacar alguém fisicamente, sacudir uma escopeta de cano serrado na frente de um caixa de banco, escrever um pedido desesperado por ajuda numa parede com tinta vermelha - reduzem a dificuldade para 8, a critério do Narrador. Mesmo que alguém perceba a vítima, essa pessoa irá esquecê-la assim que a perder de vista. Essa "invisibilidade" da vítima se estende a todos seus esforços de comunicação, incluindo escrita, chamadas telefônicas, ou usar um computador - escrever um recado com tinta vermelha numa parede não é uma maneira certa de ser notado. A maldição dura por vinte e quatro horas, ou até a vítima ou o Camazotz virem o boneco novamente, o que quer que aconteça primeiro.

Este fetiche requer o aprisionamento de muitos espíritos menores de vingança, mesquinharia e sombras. Ele se utiliza do mau temperamento dos espíritos e seu amor pelo caos, e não vai funcionar se a "vítima" assim o quiser.


Bem, e com isso terminamos os Camazotz. A seguir, Ápis!






Na guerra, vitória. Na paz, vigilância. Na morte, sacrifício.
Ervin da Palavra Austera, Philodox, Adren, membro da Casa da Lareira Irrompível, Reformista dos Presas de Prata, alpha da Matilha Lobos da Estrada.

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Re: Camazotz - Os Homens-Morcego

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    Data/hora atual: Sab 23 Jun 2018 - 5:04